Vereadora Ana Paula Rossi

por osa — publicado 02/01/2017 17h15, última modificação 16/03/2021 11h02
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Líder do Prefeito na Câmara Municipal

Procuradora Especial da Mulher

Nome Civil: Ana Paula Rossi de Almeida Magdesian
Nascimento: 09/03/1969
Naturalidade: São Paulo/SP
Ocupação: Pedagoga
Grau de Instrução: Ensino Superior Completo
Partido: PL
Legislaturas: 2017-2020; 2021-2024
Membro das Comissões: De Educação, Cultura e Esportes (presidente); Da Criança, do Adolescente, da Juventude e da Mulher (relatora)
Telefone/Fax: (11) 3699-9181 
E-mail: anapaularossi@osasco.sp.leg.br
Redes Sociais: facebook.com/anapaularossiIinstagram.com/anapaularossi
Endereço do Gabinete: Câmara Municipal de Osasco - Av. dos Autonomistas, 2615, 2º andar, Sala 18 - Centro - Osasco/SP - CEP: 06090-020

Biografia

Nascida numa família fortemente envolvida na política osasquense, a vereadora Ana Paula Rossi foi eleita para seu terceiro mandato. Filha do ex-prefeito Francisco Rossi e da atual vice-prefeita, Ana Maria Rossi, ela tem a política no sangue. “Uma das coisas mais legais da campanha é o carinho dos eleitores por mim e pelo meu pai. É gratificante sair às ruas”, revela Ana Paula.

Sua última campanha eleitoral foi a mais difícil entre as três que já promoveu. “Foi uma eleição muito diferente por causa da pandemia. Máscara, distanciamento social e muito álcool gel”, resume a vereadora. Transplantada, ela faz parte do grupo de risco e precisou de cuidados extras durante os dois meses de campanha.

Ana Paula é a vereadora mais votada entre as candidatas mulheres, mas prefere comemorar um triunfo coletivo: “Fico mais feliz com o fato de que a bancada feminina passou de três para cinco vereadoras”. Para ela, essa mudança cultural acontece de forma lenta: “Em 2009, eu era a única mulher na legislatura”.

Uma das bandeiras do mandato da parlamentar do PL é justamente os direitos da mulher: “Na pandemia, ficou evidente a necessidade de lutar pelas mulheres, de impedir a violência doméstica, de garantir emprego e renda. Direitos básicos, mas que ainda são negados a muitas mulheres. O apoio dos homens é importante, mas ter cinco vereadoras lutando por esse segmento faz muita diferença”, pontua Ana Paula.

Uma das principais instituições em defesa das mulheres na Câmara de Osasco é a Procuradoria Especial da Mulher, liderada por Ana Paula. Inativa entre 2009 e 2011, ela foi reativada pelo presidente do Legislativo, vereador Ribamar Silva. Segundo Ana Paula, “ainda há muita dificuldade para que as mulheres denunciem atos de violência. Muitas só procuram a Secretaria de Saúde após serem agredidas fisicamente pelos parceiros”, lamenta.

Outro avanço conseguido durante a pandemia foi a entrega de três viaturas — duas para utilização das equipes da Ronda Escolar e uma para o Projeto Patrulha Guardiã Maria da Penha, que é um destacamento da Guarda Civil Municipal (GCM) dedicado a combater a violência doméstica. “A demanda é muito grande. A GCM ia atender um chamado e já apareciam outros relatos de violência contra a mulher”, explica a vereadora.

Segundo Ana Paula, uma ação articulada entre os poderes Executivo e Legislativo trabalhou para criar a Secretaria Executiva de Política para Mulheres e Promoção da Diversidade, cuja secretária é a Mônica Lourenço Veloso. “Uma das ações propostas por esta secretaria é a criação da Casa de Passagem da Mulher Vítima de Violência. Atualmente, as mulheres agredidas rumam para albergues, onde não há a melhor estrutura para atendê-las”.

“É preciso criar toda uma estrutura para acolher a mulher. Proteção contra violência física e inclusão no mercado de trabalho. A questão da violência não pode ser trabalhada isoladamente. Não adianta a mulher estar apenas protegida da violência. Ela precisa conseguir se manter financeiramente”, reforça Ana Paula.

De acordo com a vereadora, a Procuradoria Especial da Mulher é a porta de entrada dessas denúncias e também de sugestões de projetos e discussão de políticas públicas para defender essas mulheres. Esse é um aspecto que anima Ana Paula para a atual legislatura, pois muitos projetos de lei nascem a partir de sugestões dos próprios munícipes.

“Faço um apelo pela participação popular. Um dos melhores projetos da legislatura anterior que se tornou lei, permitindo que as bancas de jornais pudessem vender outros produtos, surgiu de uma sugestão de duas cidadãs. O munícipe é quem melhor sabe das necessidades do seu bairro. Ideias são bem-vindas, especialmente em relação a mulheres e crianças”, diz a vereadora.